Uma marca colhida do solo
DāUna · Projeto de logo e identidade visual
Criamos a identidade visual da DāUna: um símbolo que reúne sol, terra e água, uma paleta tirada da própria paisagem e um sistema de marca que vai do cartão de visita ao site.




Uma marca que nasce de um lugar precisa carregar esse lugar. O desafio era transformar em símbolo o que se vê do sítio: o sol abrindo o dia, o relevo, a água, o solo que recebe o plantio. Simples o bastante para caber no bordado de um boné, forte o bastante para sustentar a marca inteira.
A paisagem como briefing
Céu, sol, mar e terra: o símbolo saiu dos quatro elementos que aparecem em qualquer foto do lugar.
Explorar antes de escolher
Estudos à mão e em vetor até sobrar o traço mais simples que ainda dizia tudo.
Cores tiradas de fotografias
Seis cores retiradas do próprio sítio, cada uma com um significado definido.
Texturas autênticas
Casca de árvore, água, solo e mineral no lugar de textura genérica de banco de imagens.
Sol, terra e água em um símbolo só.
A construção começou olhando para fora: as fotografias do próprio sítio definiram o que a marca precisava dizer antes de qualquer traço. Dali saíram o símbolo, as seis cores, as texturas e as duas propostas de slogan.
A paisagem virou símbolo
Céu, sol, mar e terra: os quatro elementos que aparecem em qualquer foto do lugar viraram as camadas do símbolo. O arco de cima é o sol nascendo; abaixo dele, o relevo e a água fecham a composição.

Do rascunho ao arco
Uma sequência de estudos, do lápis no papel às versões em vetor, testou sóis, ondas, espirais e horizontes até sobrar o essencial: um arco de sol sobre duas curvas de relevo e água.

Uma marca, quatro versões
Vertical, horizontal, só o logotipo e só o símbolo. A assinatura vai perdendo peças conforme o espaço diminui, sem perder o reconhecimento, do cartão de visita ao bordado do boné.

Seis cores tiradas do lugar
Cada cor da paleta saiu de uma fotografia do sítio e carrega um significado definido: o azul da água é infinito e serenidade; o verde-escuro, renovação e fertilidade; o verde-claro, crescimento e cura; o amarelo, alegria e luz; o laranja-avermelhado, determinação e entusiasmo; o bege, simplicidade e calma.
Paleta cromática
- AzulInfinito, serenidade, espiritualidade e sabedoria#0E91AE
- Verde-escuroRenovação, fertilidade, equilíbrio e abundância#0B4D3A
- Verde-claroCrescimento, harmonia, cura, generosidade e prosperidade#497A41
- AmareloAlegria, otimismo, energia e luz#FEB23F
- Laranja-avermelhadoDeterminação, calor, entusiasmo, ousadia, confiança e sucesso#DC4C08
- BegeSimplicidade, calma, suavidade, elegância e delicadeza#FBECDE
Duas fontes, dois papéis
Darker Grotesque nos títulos, pelas formas orgânicas que ecoam a natureza. Ubuntu nos textos corridos, pela legibilidade e pelas proporções humanistas que mantêm a comunicação acessível em qualquer material.


Texturas do próprio sítio
Casca de árvore, água, solo, pedra e mineral fotografados no lugar viram grafismo de fundo. Em vez de textura genérica de banco de imagens, a marca se veste do que existe ao redor dela.

Duas frases para escolher
“Do solo, um todo” brinca com a fonética do nome, Dā + Una, e com o solo como origem do coletivo. “Colhendo futuros” vai pelo caminho direto: um ato do presente que fala de regeneração. Foi essa que fechou a apresentação, assinando ao lado do logo.

As artes
A marca aplicada: papelaria, vestuário, web e a assinatura final com o slogan escolhido.








A DāUna saiu do projeto com a marca inteira: símbolo, logotipo em quatro versões, seis cores com significado definido, duas famílias tipográficas, texturas próprias e um sistema já testado do cartão de visita ao site. E com uma frase para chamar de sua: Colhendo futuros.
Ficha técnica
2025- Cliente
- DāUna
- Direção de arte
- Magnun Alves
- Atendimento
- Ana Furtado
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